sábado, 30 de julho de 2022

Como emitir nota fiscal eletrônica

Muitas pessoas têm o plano de abrir uma empresa e realizar o sonho de empreender, não dar mais satisfação para um chefe, e poder trabalhar com o produto que gosta.

Porém o que muitas pessoas não pensam é que as coisas não são tão simples assim. Apesar de não ter mais um chefe para falar na sua cabeça, você se torna o seu próprio chefe, e com isso vem um caminhão de responsabilidades.

E é justamente nessa parte dessa responsabilidade que muitas pessoas acabam falhando e também falindo. Não é à toa que as microempresas têm a maior taxa de mortalidade nos empreendimentos no Brasil

Lidar com fornecedores, aguentar clientes estressados, pagar impostos, gerenciar sistema de gestão online e emitir notas fiscais. 

Essa última citada por exemplo, é algo básico e que todo negócio vai ter que fazer, e mesmo assim muitas pessoas não fazem a menor ideia de como se faz. 

As notas fiscais eletrônicas são fundamentais para qualquer negócio, ajudando tanto o empresário a ter um controle bom de saídas da sua empresa, e também ajuda o governo a se organizar com os impostos.

Basicamente, não dá para tocar a empresa sem ter um conhecimento específico nessa área, e é por isso que hoje nós vamos falar sobre isso.

Hoje vamos explicar qual a importância das notas fiscais, explicar como emiti-las e dar algumas dicas que podem ser muito úteis no seu negócio.

O que é a NF-e?

Primeiro, temos que lembrar que as notas fiscais prestam um serviço importantíssimo em uma empresa. Através dela, você registra as operações de compra e venda de cada produto ou serviço oferecido.

Além disso, é através dela que é recolhido alguns impostos obrigatórios desses negócios, como o ICMS e o ISS.

Como Tirar Nota Fiscal Eletrônica?

Vamos seguir um passo a passo bem intuitivo para impedir que você cometa qualquer tipo de erro na hora de emitir a sua NF-e. sabemos que de primeiro momento a emissão pode parecer complexa, mas é simples e vamos provar.

Saiba qual nota vai emitir

Primeiramente é preciso entender que existem diferentes tipos de notas, e você precisa entender qual é correspondente ao seu negócio.

Existem aquelas para produto, para serviço, para consumidor. E para descobrir a sua, você precisa checar o enquadramento fiscal da sua empresa, bem como a situação cadastral dela. Assim você pode saber também quais os documentos necessários.

Esse é um bom momento para se ter um contador, já que ele faria esse processo para você, evitando toda a dor de cabeça que essa parte burocrática dá.

Adquira um certificado digital

Um certificado digital é obrigatório para quem quer tirar uma NF-e. Então se a sua empresa não tiver uma, é necessário correr atrás disso.

No caso, isso é como se fosse uma assinatura virtual que dá segurança para a operação toda, isso porque ela garante que toda operação feita pela sua empresa é real e autêntica, nem como suas notas.

E quando for adquirir o certificado, não se esqueça que você só pode comprá-la diretamente de uma Autoridade Certificadora, e garanta que ela seja devidamente credenciada pela Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileiras, a ICP.

Assim que adquirir o certificado, você vai precisar ainda validar as informações. Para isso você vai precisar levar seus documentos para uma Autoridade de Registro. Fazendo isso você vai poder configurar o seu token ou então o seu Smartcard de acesso.

Credencie-se na Secretaria Estadual ou então Municipal de Fazenda ou Finanças

Depois de todo esse processo, você deve procurar o órgão governamental que é responsável pelos trâmites de cada nota fiscal. Você precisa de mais uma autorização, desta vez para poder emitir o documento.

Se a nota for para produto, você precisa entrar em contato com a Secretaria Estadual da Fazenda correspondente a região da sua empresa

Se por acaso a nota for de serviço, você precisa falar com a Secretaria Municipal de Finanças que seja correspondente ao onde seu negócio está cadastrado.

É preciso ter em mente que cada região tem suas próprias regras e processos, e você deve pesquisar se o seu estado tem algo diferente das demais regiões.

Por fim, o que você vai precisar vai ser um programa emissor de notas, que vai gerar as notas da forma correta já as encaminhando para a receita federal, automatizando todo o processo.

Você deve procurar algum que seja específico para seu tipo de nota, o que também não é difícil de encontrar. A esse ponto, a parte mais difícil do processo todo já foi, e tudo o que você precisa fazer é tomar cuidado para emitir a nota corretamente.

Conclusão

Em resumo, emitir uma NF-e é um processo que pode parecer complexo, mas que é extremamente necessário para garantir que você esteja controlando as compras e vendas do seu negócio, e que também esteja em dia com o pagamento de impostos.

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quinta-feira, 28 de julho de 2022

O que significa compliance?

Nos últimos anos, saber o que significa compliance tornou-se uma questão de grande preocupação para muitas organizações. 

Apesar de um número crescente de métodos e ferramentas, as empresas ainda enfrentam dificuldades para encontrar um suporte eficaz.

As organizações desejam garantir que seus processos de negócios cumpram os requisitos estabelecidos por regulamentos, leis, normas, etc. 

Embora as soluções manuais ofereçam garantia limitada de compliance, há a falta de uma estrutura abrangente para gerenciar os requisitos de forma semiautomática.

Cada vez mais é possível garantir a compliance em todas as fases do ciclo de vida do processo de negócios. 

Assim, no Brasil, com número alto de legislações, editais de licitação e normas que vigoram atualmente, é imprescindível que as empresas compreendam o que significa compliance.

Desse modo, elas podem manter seus negócios em conformidade com a Lei e afastarem riscos desnecessários que podem trazer prejuízos financeiros, jurídicos e de reputação.

O que significa compliance? 

Para você compreender melhor o que significa compliance, saiba que esse é o ato de aderir a um conjunto de regras, como uma política, norma, especificação ou lei. 

Em alguns casos, o cumprimento é voluntário. As organizações optam por buscar certificações para melhorar as operações de negócios e aumentar sua vantagem competitiva.

Em outros casos, o cumprimento é obrigatório. As empresas devem obedecer a certas obrigações de compliance regulatória, como leis de salário mínimo ou regulamentos ambientais, de saúde e segurança.

Qual a função do compliance?

A implantação de um programa visa diminuir os riscos de Compliance, que são a totalidade dos riscos legais com os de imagem. 

A função Compliance abrange toda a organização e todos os processos. Assim como, envolve todas as pessoas, e o conjunto de valores, cumpre relevante papel para a sua sustentabilidade.

É preciso garantir o sucesso do profissional continuamente e o ajudar a concluir os desafios com êxito.

Dessa forma, é imprescindível que ele atenda às expectativas dos demais integrantes da empresa. Para torna-se um passo fundamental para o sucesso de todos os Mecanismos de Integridade e Sistemas de Compliance.

Este profissional há de se revelar como adequado para o exercício da função nos aspectos técnicos e do cotidiano da organização dentro do que significa Compliance.

O que significa compliance nas empresas?

O que significa compliance nas empresas é a transparência total.

Se uma empresa pode afirmar que está em conformidade estratégica, significa que há total transparência e uma gestão competente e responsável. 

Além disso, está dizendo ao mundo que aqueles que administram o negócio estão no controle de seus procedimentos e processos.

Um sistema de gerenciamento de compliance ajuda uma organização a gerenciar todas as suas obrigações de conformidade. Portanto, é essencial no mundo empresarial moderno. 

Uma empresa sem compliance, sem leis e regulamentos governamentais, pode resultar em disputas legais significativas, penalidades e até acusações criminais.

Entenda os benefícios que o programa de compliance pode oferecer

Quando você está administrando seu negócio, você está focado em seus clientes, seu nível de serviço e sua margem de lucro.

Atender às regulamentações de TI exigidas pelo governo pode ser a coisa mais distante da sua mente.

O gerenciamento de conformidade pode ajudar sua empresa a ficar à frente dos problemas, antes que eles se tornem maiores.

Saiba mais sobre o processo de criação de um programa de compliance

O mercado está cada vez mais concorrido e isso aumenta as chances de ocorrer corrupção, fraudes, entre outros problemas em empresas desavisadas.

Por isso, existem algumas normas para a implantação de um programa de compliance para que tudo ocorra da melhor forma possível dentro da instituição.

Avaliação dos riscos 

Riscos são incertezas que, caso se concretizem, impactam diretamente no cumprimento de objetivos.

Qualquer negócio está sujeito a diversos tipos de riscos que podem ser de ordem: financeira, desperdício de recursos, reputacional, operacional e estratégica.

É comum concluir que os riscos que importam são aqueles capazes de impactar os objetivos da empresa ou o funcionamento do Programa de Compliance. 

E sobretudo, se expor aos riscos de reputação negativa que podem afastar clientes, funcionários e parceiros de negócios.

Criação de um ambiente ético

Além da qualificação é necessário que seu perfil seja de autonomia e lhe dê desenvoltura para agir de forma proativa no dia a dia. 

É importante que sua figura imponha respeito, tenha senioridade, boa capacidade de comunicação e seja capaz de se relacionar como todos níveis hierárquicos.

A empresa também deverá ser propícia para o Compliance evoluir em um ambiente com organização favorável, governança e interfaces bem definidas.

Além disso, os demais colaboradores precisam ser comprometidos com seus deveres e apoiar continuamente Mecanismos de Integridade e Sistemas de Compliance.

Isso para que todos atuem em sinergia e crescimento, possuindo qualidade alinhadas à integridade ética e moral.

Desenvolvimento de atividades para controle

São vários os mecanismos para controle interno da instituição que podem evitar que se materialize um risco para a empresa.

Por meio destes mecanismos de controle, o gestor pode acompanhar a rotina da companhia, desde obrigações externas até o código de conduta.

Com esse sistema operante, o controle interno da empresa pode coletar e processar dados sobre todas as áreas de atuação da empresa, tudo em tempo real.

Formulação de processos e canais 

Uma empresa pode ter toda a fiscalização interna possível, com o uso até mesmo de inteligência artificial.

Entretanto, alguns desvios de conduta podem ser imperceptíveis ao sistema, podendo assim, se instalar algum risco iminente para um grande problema.

Devido a isso, os canais de denúncia são essenciais para que se obtenha um melhor controle para possíveis problemas de compliance.

Monitoramento das atividades

A camada de monitoramento, por sua vez, monitora o cumprimento das regras impostas. 

Ele fornece entrada para o nível de relatório, onde os resultados são visualizados de acordo com as necessidades das partes interessadas envolvidas.

Portanto, a informação que o nível de monitoramento é capaz de fornecer constitui a base para apresentação e visualização de todo o processo.

Conclusão 

Um Programa de Compliance eficaz é aquele plenamente integrado ao negócio de forma que seus pilares estejam devidamente implementados.O compliance se aplica a quase todos os negócios, seja de uma grande empresa ou de uma empresa pequena.

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Como ser MEI: passo a passo para legalizar seu empreendimento

Na hora de formalizar um negócio, é muito importante saber o passo a passo de como ser MEI. Afinal, esta modalidade apresenta algumas vantagens para quem deseja empreender.

Como se sabe, a formalização é um importante passo para o trabalhador, já que desse modo ele pode comprovar que contribui com impostos de maneira justa e correta.

Além disso, na hora de adquirir um carro ou comprar um imóvel, exige-se a comprovação de renda. Nesse sentido, ser MEI pode servir como forma de atestar essa exigência.

No entanto, existem muitas dúvidas de como ser MEI: pode-se fazer pela internet? Quais documentos são necessários? Precisa pagar alguma taxa para fazer esse cadastro?

Para sanar essas e outras questões, selecionamos neste artigo as principais informações para que você entenda como ser MEI para sair da informalidade. Boa leitura!

O que é ser um microempreendedor individual (MEI)?

A sigla MEI se refere a microempreendedor individual e se constitui como uma etapa relevante que faz com que o trabalhador saia do mercado informal.

Esta modalidade se aplica às pessoas que trabalham por conta própria em atividades em que não há regulamentação por entidades de classe, como: pintores, vendedores, cabeleireiros, entre outros.

Antes de saber como ser MEI, é muito importante que você saiba duas coisas: ao optar por esta modalidade, você passa a ter um registro no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) e a se enquadrar num modelo simplificado do Simples Nacional.

Dessa maneira, você se torna uma microempresa individual, com número de CNPJ próprio, e paga uma quantia mensal que diz respeito aos impostos relativos à sua atividade profissional.

Quais as principais vantagens em ser MEI?

Todo trabalhador conhece as vantagens da Consolidação das Leis de Trabalho (CLT), pois esta lei traz todas as informações referentes ao direito do trabalho no Brasil.

Entretanto, muitos desconhecem os benefícios de ser um microempreendedor individual. Assim, por não saberem disso, optam por continuar no mercado informal.

Isto posto, confira algumas vantagens:

  • Facilidade de cadastro: Para se registrar como microempreendedor individual, basta seguir o processo online no Portal do Empreendedor, que explicaremos mais à frente;
  • Acesso a direitos da Previdência: A pessoa que deseja ser MEI tem acesso a diversos benefícios previdenciários, como: salário-maternidade, auxílio-doença e aposentadoria;
  • Possibilidade de crédito em bancos: Algumas instituições bancárias, como Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal, oferecem acesso a crédito com taxas especiais para quem é MEI;
  • Emissão de nota fiscal: Por fim, o MEI pode emitir nota fiscal referente aos serviços prestados para os seus clientes.

Como ser MEI: passo a passo para obter seu CNPJ

Como pode ver, ser um microempreendedor individual oferece muitos benefícios para quem deseja formalizar o seu processo de trabalho. Dito isto, vamos ao passo a passo de como ser MEI.

Atender às condições exigidas por lei

Antes de tudo, assegure-se que você atende todas as condições que a lei exige para ser MEI, pois existem alguns critérios relativos às atividades exercidas e ao limite de valores.

As condições são:

  • Ter uma renda bruta anual de até R$ 81 mil. Isto é, até R$ 6.750,00 de renda mensal bruta;
  • Enquadrar-se na lista de atividades habilitadas para ser um microempreendedor individual, como as categorias ligadas ao comércio e à indústria, por exemplo. A lista completa está disponível no Portal do Empreendedor;
  • Ter apenas um empregado registrado na microempresa;
  • Não participar de nenhuma outra empresa como sócio ou titular.

Criar uma conta em gov.br

Para a próxima etapa no processo de como ser MEI, você deve criar uma conta no site do Governo Federal (gov.br). Mas atenção: é necessário ter nível Prata ou Ouro na plataforma.

Este login apresenta um maior nível de segurança para o usuário, com reconhecimento facial e acesso a dados de bancos credenciados, como o Banco do Brasil, por exemplo.

Vale salientar que não existem taxas para este processo e se deve fazê-lo no site oficial do Governo. Por isso, desconfie de plataformas que afirmam fazer o MEI!

Completar o cadastro no Portal do Empreendedor

Em seguida, você deve acessar o Portal do Empreendedor e clicar em “Quero ser MEI” para fazer um cadastro que cria o seu número de CNPJ.

Logo após, clique em “Formalize-se”, informe seus dados e responda ao questionário para finalizar o cadastro.

Definir nome fantasia, endereço e vincular atividades

Lembre-se também de definir o endereço e as atividades que irá exercer. Isso é importante porque explica ao Governo Federal o seu local de trabalho e como os seus serviços se enquadram no MEI.

Além disso, você deve ter um nome fantasia para a sua empresa. Esse nome consiste na marca pela qual a sua empresa será conhecida. Muitos profissionais colocam o nome e o sobrenome, enquanto outros são mais criativos.

Como ser MEI: emita o CCMEI

Se você quer saber como ser MEI e seguiu o nosso guia, saiba que deve emitir o Certificado de Condição de Microempreendedor Individual (CCMEI) para finalizar o processo.

Este documento certifica a sua inscrição como MEI, além de informar o número do seu CNPJ e do registro diante da Junta Comercial.

Conclusão

É muito importante destacar que, embora não haja taxas para se cadastrar no MEI, o trabalhador deve pagar o Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS) mensalmente.

Os valores do DAS variam de acordo com a atividade exercida e as variações no salário mínimo. Em 2022, as quantias são:

  • Comércio e Indústria: R$ 61,60;
  • Prestação de serviços: R$ 65,60;
  • Comércio e serviços: R$ 66,60.

Para tornar o processo ainda mais prático, o site do Simples Nacional permite a emissão de um boleto que pode ser pago nos principais bancos, pela internet e até mesmo pelo Pix.

É muito importante ficar atento ao pagamento mensal do DAS, visto que esta é a única taxa cobrada referente ao MEI. A inadimplência pode levar o indivíduo à inscrição na dívida ativa, popularmente conhecida como “nome sujo na praça”.

Portanto, agora que você sabe como ser MEI, verifique por conta própria os benefícios de abrir um CNPJ e tenha mais tranquilidade na prestação dos seus serviços.

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quarta-feira, 27 de julho de 2022

O que é um certificado digital?

Que o nosso cotidiano está cada vez mais tecnológico e conectado é muito fácil de perceber. 

Atualmente, boa parte de nossas relações – sociais, trabalhistas, de estudo, consumo, etc –  são mediadas pela internet e, sem a rede mundial de computadores, boa parte dessas interações seria comprometida. 

Por essa razão, surgem novas tecnologias, que visam facilitar ainda mais o cotidiano, com o uso de ferramentas online para solucionar questões que, de outra forma, exigiriam um gasto muito maior de tempo e até mesmo de recursos financeiros. 

É o caso do certificado digital, documento que pode ser solicitado por pessoas físicas e jurídicas e que é utilizado para a devida autenticação da identidade do usuário no meio virtual. 

Por meio de um par de chaves que se conectam quando acionadas, o certificado digital permite que seu portador seja reconhecido e, desse modo, possa dar andamento a atividades de cunho jurídico, fiscal, bancário, trabalhistas, entre outros, de forma prática e segura. 

Além de ser pessoal e intransferível, o certificado digital funciona por criptografia, o que significa que todas as transações feitas utilizando o documento estão seguras e não podem ser interceptadas por terceiros. 

Assim, é possível acessar portais do governo com informações fiscais de uma empresa, assinar documentos e até mesmo realizar transações bancárias, com a certeza de que não ocorrerão fraudes e nem golpes no meio do caminho. 

Interessante, não é mesmo?

Mas essas são apenas algumas das vantagens que um certificado digital pode trazer para o seu dia a dia. 

A seguir, você confere mais sobre o assunto e descobre por que investir em um documento desse tipo é uma ótima ideia. 

Veja!

Quando e por que investir em um certificado digital?

Como dissemos, tanto pessoas físicas quanto jurídicas podem se beneficiar da obtenção de certificados digitais. As primeiras devem solicitar o e-CPF, enquanto as segundas são melhor contempladas pelo e-CNPJ.

Há, ainda, o certificado digital tipo NF-e, que permite a funcionários designados de uma empresa a emissão de notas fiscais eletrônicas, sem a necessidade de compartilhar o e-CNPJ, que deve ser mantido sempre em segurança. 

No caso do e-CPF, algumas das atividades facilitadas com o documento são o preenchimento e envio da Declaração de Imposto de Renda de Pessoa Física e a assinatura de documentos online com validade jurídica.

Quem tem o certificado digital para pessoa física também tem acesso à guia de recolhimento do FGTS, ao Detran e CNH Digital, além do envio de informações de previdência social (GFIP) e utilização de serviços eletrônicos de cartório.

Empresas que contam com o e-CNPJ – sejam elas de grande, pequeno, médio porte ou microempreendedores individuais (MEI) – podem facilitar seu dia a dia fiscal, acessando portais como o SPED, Siscomex, e-CAC, e-Social, entre outros.

Também é possível utilizar o documento digital de pessoa jurídica para emitir notas fiscais, acessar o Cadastro PIS de funcionários e assinar documentos – inclusive contratos – de forma digital e reconhecida juridicamente.

Além disso, profissionais como médicos, por exemplo, podem emitir e assinar prescrições, pedidos de exames, laudos, entre outros documentos, de forma 100% online, prática e segura. 

Em todos os casos, é notável que as facilidades oferecidas pelo certificado digital permitem economizar tempo, uma vez que eliminam a necessidade do comparecimento pessoal a repartições públicas, cartórios e outras instituições.

Além disso, um certificado digital ajuda a reduzir os gastos com cópias autenticadas, reconhecimento de firma e impressões de documentos, fora o fato de ser mais simples do que lidar com montes de papel. 

Qualquer pessoa pode fazer a solicitação de um certificado digital. Para isso, basta contatar uma autoridade certificadora e de registro e fornecer os documentos solicitados pela empresa. 

Vale lembrar que, no caso de pessoas jurídicas, é preciso estar com a situação do CNPJ da empresa regularizada, uma vez que registros cancelados, não autorizados e com pendências não podem seguir com a solicitação. 

Como escolher o melhor certificado digital?

Em linhas gerais, existem dois tipos de certificado digital disponíveis no mercado, classificados por níveis: A1 e A3.

Os certificados de nível A1 são instalados diretamente em um dispositivo – computadores, tablets ou celulares – no repositório de certificados digitais do sistema operacional e do navegador da máquina. 

Não há cópia física da chave e, para utilizá-la em mais de um dispositivo, é necessário criar cópias do certificado e fazer sua instalação, sempre prezando pela segurança para que o documento não seja violado ou acessado indevidamente. 

Nessa versão, o tempo de validade dos certificados digitais é de 12 meses e, após isso, basta fazer a renovação. 

No caso dos certificados digitais A3, a chave é disponibilizada fisicamente, no formato de cartão com chip ou token e, para utilizá-las, basta conectá-las a uma máquina que tenha o software de leitura instalado, o que garante uma boa mobilidade no uso.

Essa opção tem validade que varia entre 1 a 3 anos e também pode ser renovada após a expiração. 

Independentemente do modelo escolhido, os certificados digitais são sinônimo de praticidade e segurança e, com toda a certeza, valem o investimento. Contate uma autoridade certificadora de sua confiança e peça o seu!

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terça-feira, 26 de julho de 2022

Dicas para quem está iniciando uma loja online

Mais e mais pessoas estão comprando online. É uma maneira muito prática de comprar, porque você nem precisa sair de casa, pode comprar tudo o que precisa a qualquer momento e, além disso, o alcance é muito maior do que nas lojas físicas.

A desvantagem é que você tem que esperar a entrega, mas o tempo de espera diminuiu tanto que há pessoas que até pedem mantimentos online. Portanto, é lógico que também existam cada vez mais lojas online que desejam atrair novos e numerosos clientes. Gerenciar sua própria loja online não é fácil, então aqui estão algumas dicas para iniciantes!

As lojas online precisam ser administradas de maneira um pouco diferente de uma loja física.

Em primeiro lugar, a loja virtual funciona no espaço da Internet, então é necessário passar alguns momentos reunindo-se com um especialista para fazer essa loja funcionar. Aqueles que sabem um pouco sobre como administrar um site na web podem, é claro, tentar entender tudo sozinhos, embora não seja fácil se eles se apresentarem profissionalmente.

Escolha com cuidado o domínio

Antes de ir para o processo de programação, você precisa comprar um domínio, que é um endereço de site. A dica é: deve ser simples e incluir o nome da loja

Outra questão é a escolha da plataforma em que a loja irá operar. Você pode usar plataformas prontas para as quais terá que pagar uma taxa de assinatura mensal. É a opção mais barata, embora limite muito o desenvolvimento da loja. 

O último problema de TI é garantir uma conexão criptografada. Essa é uma questão muito importante para a segurança tanto do lojista quanto de seus clientes. É necessário ter um certificado SSL.

Pense em um design simples e que funcione bem

A própria aparência da loja é muito importante. Muitas lojas têm os mesmos produtos, portanto, se alguém quiser atrair clientes para si, deve fornecer a eles uma loja diferente, atrativa e que funcione bem, onde será bom fazer compras.

No processo de projetar a aparência de toda a loja / vale a pena focar no minimalismo, para que ninguém se perca em suas inúmeras funções. Vale destacar também elementos importantes – como o botão “Adicionar ao carrinho”. 

É claro que os produtos que queremos vender também devem ser atraentes. É por isso que boas fotos e descrições precisas são essenciais. Tudo deve ser devidamente descrito, de forma a transmitir informações importantes e ao mesmo tempo incentivar a compra.

A loja deve ser fácil de usar não apenas em um computador, mas também para quem usa dispositivos móveis. No momento, muitas pessoas compram online enquanto viajam de ônibus ou navegam em algo no seu telefone. A adaptação da loja às necessidades dos dispositivos móveis certamente resultará num aumento do número de encomendas.

Foque nas promoções

Em uma boa loja online, as promoções devem ser organizadas de tempos em tempos para incentivar os usuários a comprar. Para a nova loja online será também uma grande oportunidade fazer uma promoção de inauguração.

Você pode apostar também em estratégias de cashback, como por exemplo, cashback Netshoes. Essa estratégia acaba devolvendo uma parte do valor para o cliente, o que o atrai mais vezes para o site.

Posicionamento e estatísticas 

A loja deve se desenvolver constantemente para continuar atraindo novos clientes e não perder os frequentadores. Uma nova loja online deve se promover e, para ser visível para os usuários da Internet, deve ser visível.

É por isso que é tão importante contratar empresas especializadas em SEO, ou seja, em posicionamento de sites, desde o início. Para ter certeza de que as ações tomadas estão valendo a pena, você precisa gastar algum tempo analisando as mudanças. Você pode usar, por exemplo, o Google Analytics, que mede várias estatísticas no site. 

Ao analisá-los, você saberá o que funciona e o que ainda precisa ser trabalhado em sua loja virtual.

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Como presentear a equipe

Como presentar a equipe? Nesse artigo do Ideias e Finanças, iremos dar algumas dicas. Então, sem mais delongas, vamos ao que importa.

1. Informe sua gratidão

De fato essa é uma dica bem básica e até simplista. No entanto, essa é uma excelente forma de exercer uma boa liderança remota.

Procure sempre verbalizar os pontos positivos da sua equipe, seja de forma individual ou em conjunto. Isso vai mostrar que você está atento aos esforços de todos eles.

Dessa forma, o profissional vai se sentir valorizado. Inclusive, esse é um hábito que você pode adotar em reuniões, conversas individuais, mensagens ou da forma com que preferir.

Pode até mesmo ser por intermédio de um feedback. O ideal é sempre ressaltar os bons resultados que a sua equipe vem trazendo para a empresa. Inclusive, isso vai diminuir a insegurança do time.

2. Forneça o equipamento adequado

É claro que demonstrar gratidão é importante, mas só isso não basta. Também é importante fazer com que todos os seus funcionários tenham os equipamentos adequados para fazer o seu devido trabalho.

Não basta apenas dispor de um bom computador, mas também se certificar de que ele tenha uma cadeira confortável e mesa ergonômica, além dos diversos outros itens importantes para a sua produtividade.

E a justificativa para isso é bem simples: profissionais que trabalham em frente ao computador tendem a sofrer com dor de cabeça, postura inadequada, dores nas costas e síndrome do túnel do carpo.

No entanto, quando você os presenteia com materiais apropriados, diminui de forma significativa todos esses problemas, além de evitar o estresse.

Ademais, oferecer equipamentos adequados é um certo diferencial que nem todas as companhias oferecem esse benefício, o qual é muito bem visto pelos profissionais.

Dessa forma, trata-se também de uma forma de fazer com que a sua empresa tenha uma boa imagem.

3. Surpreenda com um dia de folga

Se o seu funcionário ou equipe tem demonstrado bons resultados, batendo todas as metas e sempre cumprindo com os seus horários, que tal surpreendê-lo com um dia de folga?

Essa é até uma forma de contribuir para uma melhor qualidade de vida, haja vista que o profissional terá mais tempo para cuidar da sua saúde ou tirar um tempo para si e se desestressar um pouco.

Inclusive, de acordo com pesquisas, 26% dos colaboradores afirmam que a relação entre qualidade de vida e trabalho piorou depois de 12 meses atuando fora do escritório, devido ao coronavírus.

Ademais, 40% afirmam estarem cansados e estressados, o que é algo compreensível, haja vista que lidar com esse cenário não é algo fácil.

No entanto, uma forma de contribuir para a melhora e o bem-estar da sua equipe é justamente por meio de um dia de folga.

Até porque, nessa data, eles poderão relaxar, praticar algum hobby ou apenas passar um dia com a família.

Sendo assim, ao garantir esse benefício, o colaborador vai se sentir mais feliz, apreciado, descansado e menos estressado.

4. Customize vouchers e caixas de presente

Outra forma de presentear a sua equipe é por meio de vouchers e caixas de presentes. O mais interessante é a possibilidade de aplicar essa ideia para qualquer cenário de reconhecimento.

Tudo vai depender do orçamento disponível e do tamanho da sua equipe. No entanto, é essencial ser realista sobre a necessidade em comparação com aquilo que é possível fazer.

Ou seja, avalie as preferências pessoais de cada um deles e anote as coisas que a sua equipe mais gosta ou se interessa.

Boas dicas de vouchers são para livros, curso rápido sobre algum assunto que se relacione com o trabalho ou até um determinado desconto em algum estabelecimento.

Mas, no caso de optar por caixas de presentes, é possível colocar diversos tipos de produtos, como bebidas, chocolates, salgados para café da manhã ou da tarde etc.

O ideal é sempre adaptar para aquilo que fizer mais sentido para a sua equipe. Dentre as opções, podemos citar as seguintes opções:

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quinta-feira, 21 de julho de 2022

Como criar uma estratégia de marketing para sua empresa

O que fazer para que o consumidor compre seu produto, e não um similar de um concorrente? Desenvolva uma estratégia de marketing que responda a essa pergunta.

A estratégia de marketing  faz parte do plano de negócios de uma empresa. Existem dois tipos de estratégias: para a empresa e para um produto específico. Uma estratégia empresarial ajudará:

  • Entrar no mercado;
  • Superar problemas, como queda nas vendas;
  • Estabelecer novas metas – por exemplo, ir para o exterior.

A estratégia para um produto é aumentar as vendas de um determinado produto ou introduzir um novo no mercado. O desenvolvimento de uma estratégia de marketing ocorre em duas etapas: análise e redação de um documento.

A parte analítica utiliza dados coletados durante a elaboração do plano de negócios da empresa. Estes incluem os resultados de quatro etapas: avaliação da posição atual da empresa, análise do mercado, concorrentes e público-alvo .

Uma análise SWOT ajudará a completar o quadro. Revela os pontos fortes e fracos da marca, bem como as oportunidades e ameaças do mercado. Essa análise é melhor feita coletivamente: cada participante dirá quais vantagens e ameaças ele vê.

Exemplo: Você está prestes a abrir uma loja de calçados masculinos de alto padrão. O resultado de uma análise SWOT pode ser assim:

Pontos fortes: embalagens feitas de material de alta qualidade em vez de plástico, entrega rápida em localizações próximas a partir do momento do pedido, preços competitivos em comparação com aos concorrentes.

Pontos fracos: sem frete grátis para a maior parte dos estados.

Oportunidades: aumento no faturamento médio devido aos preços.

Ameaças: existem diversas lojas de no país com público maduro.

O que está incluído em uma estratégia de marketing?

1. Objetivo

Com base no objetivo especificado no plano de negócios. Depois de pesquisar o público, o mercado e os concorrentes, é especificado e indicado na estratégia de marketing.

O objetivo é formulado de acordo com o princípio SMART. Deve  ser específico, mensurável, consistente com outros objetivos estratégicos da empresa (agradável, de acordo), alcançável (realista) e ter um prazo específico para implementação (limitado no tempo)..

Não estabeleça metas para as quais a empresa não tenha recursos suficientes. O objetivo deve ser realista – você precisa levar em consideração as condições do mercado.

2. Posicionamento da Empresa

Pense no lugar que a empresa vai ocupar na mente do consumidor, como ela vai se diferenciar dos concorrentes e quais problemas ela pode resolver para os potenciais clientes. Com base no posicionamento, são formadas uma proposta de venda única (USP), identidade corporativa da empresa e política de preços.

A mudança de posicionamento é uma forma de sair da crise. A empresa americana Arm & Hammer até 1894 vendia bicarbonato de sódio, que era adicionado à massa. No final de 1960, as vendas do produto começaram a declinar.

Estudos mostraram que os consumidores começaram a comprar pão nas lojas, e o produto da empresa passou a ser usado para limpeza e lavanderia. Então a Arm & Hammer começou a posicionar o produto como multifuncional. Hoje, esta empresa é uma das maiores fabricantes de produtos de consumo, incluindo desodorantes.

3. Descrição do mercado

Faça uma tabela dos produtos ou serviços da empresa, avalie-a e decida quais produtos podem ser retirados do mercado e quais podem ser adicionados.

Por exemplo, você vai abrir uma loja onde as pessoas virão para adições ao presente comprado – flores, balões, cartões postais. Depois de analisar as ofertas dos concorrentes e as solicitações dos clientes, você pode introduzir um serviço adicional que outros não possuem, por exemplo, entrega de brindes por correio.

4. Plano de Marketing

Este é um guia passo a passo para implementar a estratégia. Ele contém aspectos como:

Retrato do público-alvo

Sexo, idade, local de residência, estado civil, número de filhos, nível de emprego e renda, necessidades e desejos de um potencial cliente.

Lista de canais de publicidade

Televisão, outdoor, redes sociais, google ads.

Pontos fortes do produto

Benefícios que você aprendeu com os consumidores por meio de pesquisas.

Descrição do programa de fidelidade

Cartões de desconto, ofertas especiais.

Empregados responsáveis ​​e indicadores de desempenho estratégico (KPI) devem ser atribuídos a cada item do plano. Não há KPIs universais. Decida o que será: receita, tráfego do site, número de assinantes nas páginas da empresa nas redes sociais.

Anote os prazos para a implementação da estratégia, bem como os marcos, ao atingir os quais a equipe verificará os resultados do trabalho. Acompanhe o progresso uma vez por semana, mês ou seis meses. Assim, você terá tempo para ajustar a estratégia a tempo: reformular metas e objetivos ou escolher novos.

Conclusão

Uma estratégia de marketing é um conjunto de ações que ajudam uma marca a vender um produto para um público-alvo e obter lucro. Ao desenvolver uma estratégia de marketing, leve em consideração dados de pesquisas de mercado e concorrentes.

Anote ações específicas para cada etapa, determine o funcionário responsável e os indicadores de desempenho – KPIs. Defina um prazo para avaliar os resultados do trabalho para que o processo não se arraste.

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Open finance é seguro? Veja como ele funciona

Com a consolidação do Open Finance no Brasil, bancos e financeiras devem priorizar a conformidade com a legislação vigente, sobretudo, as determinações da Lei nº 13.709/2018, conhecida como Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). 

O sistema Open Finance é considerado uma evolução do Open Banking, uma vez que amplia a possibilidade de compartilhamento de dados entre as instituições do Sistema Financeiro Nacional (SFN) a fim de criar produtos personalizados para os clientes. 

Em março deste ano, o Comitê Monetário Nacional (CMN) aprovou a regulamentação para o repasse de dados no novo sistema. Enquanto o Open Banking era restrito às informações relativas a produtos bancários tradicionais, o Open Finance será mais abrangente, incluindo dados sobre credenciamento, câmbio, investimentos, seguro e previdência.

O compartilhamento é voluntário, realizado por meio de uma plataforma específica. Dessa forma, é o usuário quem decide quais informações pessoais podem ser repassadas entre as instituições. 

De acordo com o SFN, o Open Finance garante a otimização de custos para as instituições financeiras. Já para os clientes, é uma forma de garantir ofertas compatíveis com seus interesses e por preços mais atrativos.

Orientação das autoridades

Amadurecer o novo sistema exige maior atenção por parte dos bancos e das financeiras com relação ao compliance. Em meio ao avanço das tecnologias, é preciso resguardar os clientes. 

Para a implantação do Open Finance, o Banco Central e o CMN regulamentaram a necessidade de práticas de governança, que incluem políticas de controles internos, avaliação de riscos, realização de auditorias e uma postura transparente com as políticas de comunicação.

A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) tem orientado as instituições a adotarem procedimentos para assegurar os direitos dos titulares de dados, conforme disposto pela LGPD. A lei exige um programa de governança em privacidade que demonstra o comprometimento das instituições com a segurança de dados, inclusive no ambiente digital.

Outra determinação da LGPD é que as instituições comprovem a efetividade do programa e realizem avaliações periódicas de monitoramento com o objetivo de aprimorá-lo. Para isso, é recomendado o uso de um software de compliance, assim como, o treinamento de todos os funcionários sobre o assunto.

Anterior à LGPD, a Resolução nº 4.595/2017 do Banco Central dispõe sobre a obrigatoriedade de registros quanto às políticas de compliance. A qualquer momento, a autoridade monetária pode exigir a apresentação de relatórios sobre o desempenho das práticas adotadas nos últimos cinco anos.

Sistema deve respeitar especificidades do setor

De acordo com o Instituto Propague, os países que desenvolveram o sistema Open Finance consideraram as fragilidades e potencialidades de seus setores financeiros para, assim, desenvolverem políticas para a redução de erros e maior eficiência do sistema.

Dessa forma, o instituto avalia que não há um “modelo” a ser seguido pelo Brasil, mas a necessidade de construir um sistema que respeite as especificidades do setor financeiro nacional. Para isso, ressalta a importância das práticas de compliance, como a transparência na tomada de decisões e as ações de monitoramento e fiscalização.

Como funciona o compliance no setor financeiro?

O setor financeiro é considerado uma das atividades econômicas mais sensíveis quando se fala em conformidade. Isso porque, além de lidar com grande volume de informações e de dinheiro, também é altamente regulamentado. 

A equipe de compliance deve ter domínio da legislação que abrange o setor para que, assim, possa avaliar os riscos inerentes à atividade. A partir dessa análise, são elaboradas as ações e as políticas do programa de compliance.

As diretrizes devem ser amplamente divulgadas aos funcionários para que sejam colocadas em prática. Isso pode ser feito através da inclusão das informações no Código de Ética, de campanhas de comunicação interna e da realização de treinamentos.

Após a implantação do programa de compliance, cabe à equipe fiscalizar e, também, trabalhar a prevenção e o combate às irregularidades. Dessa forma, a rotina do compliance inclui a realização de avaliações de desempenho, ações de monitoramento e, também, a investigação de informações recebidas pelo canal de denúncias.

Além de assegurar o tratamento adequado aos dados pessoais dos clientes, o programa de compliance de bancos e financeiras previne irregularidades como fraudes, corrupção, desvio e lavagem de dinheiro, assédio moral.

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quarta-feira, 20 de julho de 2022

16 Dicas para fazer a gestão da sua gráfica

A gestão da gráfica é um dos pilares para o bom funcionamento e longevidade do empreendimento. Para que tenha sucesso e visibilidade no mercado, é preciso que haja uma administração adequada e faça uso de uma boa tecnologia para que tenha relevância no mercado.

Para tanto, o Ideias e Finanças apresenta a seguir algumas dicas para que a gestão da sua gráfica impulsione ainda mais o seu sucesso no mercado de trabalho.

1. Contrate bons profissionais

Bons profissionais poderão fazer a diferença no seu dia a dia. Estar rodeado por pessoas especializadas trará ideias inovadoras, além da possibilidade de estarem atentos às novas tecnologias do mercado.

2. Mantenha a sua equipe motivada

Quando os profissionais se sentem valorizados, as entregas tendem a ser mais produtivas. Com isso, o atendimento torna-se personalizado e eles se sentirão mais à vontade para levar novas ideias.

3. Não prometa aos seus clientes o que você não pode cumprir

Por mais que o gestor tenha o desejo de entregar o melhor aos seus clientes, é preciso saber diferenciar o que está ao seu alcance e o que não está. Caso o material não chegue a tempo do solicitado pelo cliente, por exemplo, seja verdadeiro e não faça promessas. Equilíbrio é fundamental.

4. Faça uma análise de preço

A competição faz parte do mercado de trabalho, mas é fundamental que haja uma pesquisa. Nesse momento, é importante ter em mente os valores dos produtos adquiridos, investimento com funcionários e seus lucros.

5. Invista em bons equipamentos

Para que as entregas aos consumidores sejam de boa qualidade, é preciso que haja investimento em bons materiais, como papel, tintas e impressoras, por exemplo. Isso poderá fidelizar o seu cliente.

6. Tenha um lugar confortável para seus clientes

Reserve um lugar aconchegante para receber os seus clientes. O local poderá ser arejado e iluminado. Caso seja possível, separe um espaço para alguns alimentos, como água, café e biscoito, por exemplo.

7. Valorize o bom relacionamento com os fornecedores

Para que o seu produto chegue ao alcance dos seus clientes, é preciso que o material chegue até você. Visando o bom funcionamento e possíveis ajuda de última hora, mantenha uma relação cordial com os seus fornecedores.

8. Faça parcerias

A concorrência existe e você pode fazê-la a sua melhor aliada. Converse com pessoas que seja do seu ramo e proporcione parcerias. Além de estreitar o relacionamento, ambos os lados podem sair ganhando com essa atitude. Nesse contexto, é fundamental preparar a sua gráfica para o aumento do fluxo de pessoas.

9. Busque sempre o melhor

As tecnologias passam por constante aprimoramento. Sendo assim, é preciso ficar antenado ao que está chegando do mercado e quais são os desejos do seu público-alvo, para que as aquisições sejam feitas sob medida.

10. Cuide de suas finanças

Para que sua gráfica tenha um bom funcionamento, a contabilidade deverá ser precisa. O controle de todos os recursos, como o dinheiro investido e o retorno, por exemplo, devem ser verificados de forma detalhada pelo departamento financeiro da empresa.

11. Saiba qual é o seu carro chefe

Para que os investimentos sejam feitos de maneira adequada, você deve ter claro quais são os produtos que deseja comercializar e quais investimentos está disposto a fazer, que podem ser de tempo ou dinheiro, por exemplo.

12. Tenha um sistema de qualidade

Considerando que o seu negócio tenha muitas movimentações, como compra de equipamentos, recebimento dos clientes e pagamento de funcionários, por exemplo, é fundamental que você conte com um sistema apropriado para fazer o lançamento de cada um deles.

13. Aprenda a delegar funções

Para que o seu empreendimento tenha fluidez, é preciso que as tarefas sejam distribuídas. Quando as tarefas ficam concentradas em uma única pessoa, o resultado pode ser desastroso, como possível perda de prazos ou esquecer do atendimento a algum cliente, por exemplo.

14. Atente-se à divulgação

A propaganda poderá ser determinante para os seus lucros. Atualmente, há diversas maneiras de fazer propaganda, como anúncios em redes sociais, envio de e-mails e até mesmo por meio da distribuição de panfletos.

15. Analise as opções de pagamento

Para o consumidor, as alternativas de pagamento podem ser cruciais, sobretudo quando produtos são adquiridos regularmente e em grande quantidade. Assim, vendas com pagamento a prazo podem ser uma maneira de fidelizar o cliente.

16. Diversifique a sua produção

A diversificação de oferta de produtos pode ser uma maneira de atrair clientes de nichos diferentes. Ainda que você tenha definido o seu carro chefe, algumas ofertas, de forma planejada, podem impulsionar os seus lucros.

Agora que você já sabe como fazer a gestão da sua gráfica e entende os benefícios das suas ações, é hora de colocá-las em prática. Invista na sua equipe e os seus negócios fluirão naturalmente. Boa sorte!

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segunda-feira, 18 de julho de 2022

Gastos rotineiros: quanto custa para ter um cachorro

Ter um cão como companheiro em casa é tudo de bom, uma vez que eles deixam o nosso dia a dia mais alegre e menos solitário. No entanto, antes de adotar um cachorro, o futuro tutor deve lembrar que a presença dele também significa mais despesas no seu orçamento, visto que ele requer uma série de cuidados.

Assim, é necessário pesquisa para encontrar a ração de qualidade com o melhor preço, a fim de evitar estourar o orçamento do mês. Entretanto, quanto é o custo médio para ter um cachorro? Veja quais são os valores das principais despesas no texto abaixo.

Ração

Um dos principais gastos envolvendo o cachorro é a alimentação, sendo esta uma despesa constante e que precisa ser adaptada regularmente. Afinal, a ração precisa ser adequada para o estágio de vida dele (filhote, adulto ou idoso), para o seu porte físico e também considerar a sua saúde, pois caso ele esteja tratando de alguma doença, pode precisar de uma ração medicamentosa.

Há vários tipos de ração disponíveis no mercado, o que faz variar o valor médio delas. O tipo comum, feita de farelos e restos de alimentos, é a opção mais barata, com um saco de 15 kg custando entre R$ 50 e R$ 70 em média. No entanto, é importante destacar que é a opção mais pobre em sabor e nutrientes, fazendo com que o cão precise comer várias vezes ao longo do dia – e consequentemente, aumentando o seu consumo.

As rações do tipo premium ou standard, que oferecem mais nutrientes e sabor mais agradável, são capazes de proporcionar mais saciedade para o cão. Assim, o custo-benefício dessa compra é mais vantajoso, uma vez que ele passa a comer menos. No caso dela, o pacote de 15 kg tem um preço que varia entre R$ 100 e R$ 150.

Por fim, ainda há as rações super premium, que conseguem proporcionar ao pet melhor qualidade de vida e saúde. Feita com ingredientes selecionados, ela é a mais rica em nutrientes, reduzindo as chances dele ter doenças e melhorando o aspecto da sua pelagem. No entanto, também são as mais caras: o valor do pacote de 15 kg pode variar de R$ 150 a R$ 300.

Além da ração, o gasto com a alimentação também envolve os petiscos e os sachês de ração úmida. Eles não substituem a ração normal, devendo ser oferecidos apenas ocasionalmente. O pacote de petisco pode variar entre R$ 4,50 e R$ 20, dependendo da composição e dos ingredientes utilizados, enquanto o sachê está nos mercados por um valor médio de R$ 2,50.

Higiene

Outra despesa rotineira são aquelas relacionadas à higiene do cachorro. Elas podem incluir banhos e tosas, além da aquisição de produtos específicos, como shampoo contra carrapatos. De uma maneira geral, o gasto com banho pode variar entre R$ 20 e R$ 60 todos os meses.

Agora, caso o seu companheiro tenha pelos longos, ele precisará também de uma tosa de tempos em tempos. Normalmente, esse intervalo é de três meses, com a despesa variando entre R$ 30 e R$ 70 para cada sessão.

Uma alternativa para economizar é dar banho em casa. Dessa forma, só é necessário gastar com a aquisição de itens como shampoo específico. Mas é preciso saber dar o banho nele, pois caso seja feito de maneira inadequada, o pet pode sofrer com problemas como otite.

Saúde

A despesa envolvendo os cuidados médicos do cachorro também são regulares e indispensáveis. Os cachorros também adoecem, precisam ser vacinados ou podem sofrer acidentes, necessitando receber cuidados e tomar medicamentos. Além disso, a saúde deles precisa ser checada de tempos em tempos, por meio de exames de rotina.

De uma maneira geral, será necessário fazer pelo menos três visitas anuais ao veterinário. Uma alternativa é adotar um plano de saúde para ele, capaz de cobrir imprevistos e que pode variar em mensalidades de R$ 30 a R$ 350 por mês.

Os gastos com remédios, como vermífugos, também podem variar, podendo ser uma despesa de R$ 50 a R$ 150 por mês. Quanto às vacinas, há várias prefeituras que aplicam contra raiva gratuitamente. Outras doenças, podem ser prevenidas com a aplicação da V10 uma vez ao ano, tendo um valor que varia entre R$ 150 e R$ 350.

Castração

Já os donos que não desejam a reprodução de filhotes, é preciso considerar o gasto envolvendo a castração do animal. Inclusive, muitos defendem a castração como uma forma de reduzir o número de abandono dos animais.

É possível encontrar ações públicas feitas por centros de zoonoses de prefeituras ou ONGs que realizam esse procedimento gratuitamente. Caso isso não seja possível, o custo da castração em clínicas pode variar entre R$ 400 e R$ 1.200.

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quarta-feira, 6 de julho de 2022

Qual é a importância de um cronograma financeiro para uma empresa?

No ano de 2020, vivenciamos um momento delicado, onde muitas pessoas perderam o emprego e muitas empresas precisaram fechar suas portas por conta da situação pandêmica causada pelo coronavírus. Apesar da medida ter sido necessária para que as pessoas não se contaminarem com o vírus, o ato de fechar a porta das empresas fez com que muitas acabassem se desestabilizando financeiramente. 

Hoje em dia, porém, apesar da situação ainda não ter voltado 100% ao normal, muitas empresas já estão reabrindo e muitas pessoas já estão conseguindo se posicionar no mercado de trabalho. No entanto, tendo em vista todos os acontecimentos passados, a maioria das empresas está optando por, antes de tudo, fazer um cronograma financeiro. 

Além de ajudar os donos das empresas a tomarem decisões comerciais melhores, os planejamentos financeiros apresentam diversas outras vantagens para a empresa em âmbito geral, além disso, asseguram que as estratégias de investimento sejam eficazes.

Sendo assim, para que você consiga entender um pouco mais sobre o assunto, separamos aqui neste artigo do Ideias e Finanças os principais tópicos relacionados, portanto, continue a leitura e fique por dentro. 

O que é o cronograma financeiro de uma empresa?

A princípio, para que possamos entender sobre a importância do cronograma financeiro, é interessante destacar em que consiste esse termo, e quais são as principais formas de desenvolver um cronograma financeiro em uma empresa, para que ela consiga alcançar patamares de reconhecimento cada vez maiores. 

O cronograma financeiro, na verdade, nada mais é do que o planejamento, um termo muito usado em diversos assunto, além disso, um termo que deve ser levado em consideração em diferentes ramos, afinal, ao planejar uma viagem, por exemplo, é necessário que seja feito um planejamento com a rota e com os valores para que o destino final possa ser alcançado. 

Apesar do exemplo ter sido um pouco distante, no caso de uma empresa, o cronograma financeiro, ou seja, o planejamento financeiro, funciona da mesma maneira, sendo assim, antes da empresa chegar ao destino final, que seria o sucesso, é necessário que as etapas sejam organizadas para serem executadas da melhor maneira possível. 

Qual a importância do cronograma financeiro?

Como mencionamos acima, a principal importância do cronograma financeiro está relacionada com a questão da empresa obter sucesso em toda sua jornada, no entanto, além dessa questão, existem algumas outras importâncias que podemos mencionar quando pensamos no cronograma financeiro em uma empresa.

A primeira dessas importâncias está relacionada com a questão de estar preparado para uma crise, ou até mesmo para uma pandemia, que foi o ocorrido no ano de 2020. Como mencionamos, muitas empresas precisaram fechar suas portas, até mesmo por conta de uma medida preventiva para que as demais pessoas não fossem contaminadas com o vírus, porém, caso a empresa tivesse um cronograma financeiro devidamente desenvolvido, poderiam ter trabalhado para que a empresa funcionasse apenas no formato online, por exemplo. Sendo assim, ao adotar um cronograma financeiro, você conseguirá garantir que sua empresa sobreviva mesmo em meio a um imprevisto. 

Outro fator que reflete diretamente na questão da empresa ter um cronograma financeiro são as contas. Isso porque, assim como funciona em nossa casa, por exemplo, a empresa também precisa lidar com a questão das contas de luz, energia e água, por exemplo, as quais não são baratas, ainda mais tendo em vista que existem empresas com mais de 500 funcionários contratados. Além disso, a empresa tem que dar conta de pagar o salário de todos os funcionários sem atrasos, bem como os acertos em caso do funcionário ser mandado embora, e diversos outros tributos que os trabalhadores possuem direito. 

Em terceiro lugar, outra importância que pode ser destacada quando pensamos no cronograma financeiro de uma empresa é em relação a mão de obra. Isso porque, ao pensarmos em uma fábrica de bebidas, por exemplo, é fundamental que a empresa consiga arcar com todos os custos necessários para o processo de produção, bem como deve arcar com os gastos relacionados ao transporte para que a matéria prima chegue até a empresa e, então, a produção seja iniciada. 

Além de todos esses pontos mencionados acima, ao ter um cronograma financeiro bem desenvolvido, maiores serão as chances da empresa começar a investir e, com isso, apresentar um crescimento elevado, tanto no que diz respeito a funcionários, quanto no que diz respeito a reconhecimento e vendas. Além disso, quanto mais reconhecida sua empresa for, mais as pessoas irão almejar por um cargo.

Como organizar um cronograma financeiro para a empresa?

Apesar de parecer um bicho de sete cabeças, desenvolver e organizar um cronograma financeiro para uma empresa é uma tarefa um tanto quanto simples, além disso, para que esse processo seja melhor aproveitado, existem diferentes instituições que atuam auxiliando, como, por exemplo, a Bitis Sistema de Gestão Online, que conta com um atendimento altamente qualificado, com profissionais capacitados. 

Assim, agora que você já sabe quais são as importâncias de ter um cronograma financeiro para sua empresa, invista na mudança e faça com que seu negócio seja muito mais reconhecido. 

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segunda-feira, 4 de julho de 2022

Alugar ou comprar o escritório? Conheça as alternativas 

Comprar ou alugar um escritório é um tema que costuma gerar muitas dúvidas para o empreendedor iniciante ou alguém que precisa/quer aumentar o time.

Com o início da pandemia muitas coisas mudaram. Antes o escritório físico era visto como algo essencial, mas após o home office começar a ser adotado por muitas empresas, trabalhar em casa começou a ser visto com outros olhos. 

Pensando superficialmente seria muito mais vantajoso para o empreendedor deixar toda a equipe em casa, economizando no aluguel do escritório, entre outros custos, mas como tudo na vida, trabalhar na própria residência também tem seu lado negativo.  

Mas pensando apenas no trabalho presencial, qual o melhor caminho: comprar ou alugar o imóvel? Neste texto do Ideias e Finanças você verá as vantagens e desvantagens de cada um deles, além de compreender melhor sobre o trabalho remoto e o coworking. Confira!

Comprar ou alugar? 

Um dos fatores a ser considerado ao comprar ou alugar o imóvel é a localização. Se você comprar terá de insistir naquele ponto até saturar as alternativas, já o aluguel te permite trocar de endereço caso o negócio não funcione por algum motivo.

Abaixo separamos detalhadamente sobre cada uma das opções.

Aluguel 

O ponto alto de alugar o imóvel é ter flexibilidade, por diferentes motivos. Confira: 

Vantagens aluguel 

Como dito anteriormente, a localização é um dos pontos altos de alugar o escritório, assim você terá mais segurança para observar se o ambiente acomoda a todos e se é localizado como gostaria. 

Outra situação é quando ainda está começando o negócio, ou seja, você ainda não tem uma noção certeira sobre o bairro, os gostos e consumos dos moradores locais, entre outros. Sendo assim, poderá fazer um teste inicial e ver se aquele local corresponde ao que imaginava.

Desvantagens aluguel 

Com o aluguel você não terá liberdade para fazer grandes mudanças no ambiente, como ampliar cômodos, por exemplo. Outra desvantagem é o proprietário querer a sala de volta repentinamente, fazendo você ficar perdido à procura de um novo local que corresponda ao que já estava. Pode acontecer o oposto também, ou seja, você encontrou um local melhor, mas está amarrado a um longo contrato

Compra 

Outra possibilidade é a compra do imóvel. Abaixo trouxemos o lado positivo e negativo:

Vantagens Compras 

Se você já tem uma quantia considerável para comprar o imóvel sem impactar seu bolso, a aquisição é uma boa viável. Mas caso sonhe em comprar um negócio e não tenha o dinheiro de prontidão, o refinanciamento pode ser o melhor caminho.  

Outra vantagem é que poderá ir ajustando o imóvel às necessidades sem se preocupar com o fim do contrato de aluguel, por exemplo. Também terá a liberdade de reformar e decorar o local como bem entender. 

Além disso, o imóvel se tornará um ativo da empresa, tendo grande potencial de se valorizar com o tempo, ou seja, poderá te render uma boa grana futuramente. Mas claro, é preciso fazer uma avaliação precisa da localização e da infraestrutura do escritório.

Desvantagens Compra 

Uma das desvantagens é que o imóvel pode se desvalorizar por diferentes motivos, fazendo você perder dinheiro a longo prazo. Outra possibilidade é de o local do imóvel ser ruim para o seu negócio, deixando você preso para uma futura mudança. Por fim, há também mais burocracias envolvendo a imobiliária, então se você não entende sobre o assunto, contrate alguém para cuidar dessa parte para você. 

Quais as alternativas? 

Há algumas alternativas caso você não queira comprar nem alugar o espaço para trabalhar, como o coworking ou o famoso home office. Confira a seguir:

Coworking 

O coworking é, basicamente, um espaço pronto para ser dividido entre outras empresas. Confira os benefícios: 

  • Há menos coisas para se preocupar e administrar, como decoração, equipamentos, condomínio, internet, água, luz e telefone, por exemplo; 
  • Um possível networking também é bem vantajoso;
  • Terá a possibilidade de trocar experiências, gerando insights à equipe;
  • É pouca burocracia, sendo necessário apenas um contrato simples para pagar pelo espaço que deseja. 

Home office 

Trabalhar em casa virou uma opção viável por diversos motivos. Separamos alguns abaixo: 

  • Não precisa se deslocar até o local, economizando dinheiro – e paciência;
  • Terá mais flexibilidade, seja para dormir por mais tempo ou fazer outras atividades;
  • Terá menos distrações, como colegas de trabalho ou barulhos de escritório;
  • Seu dia provavelmente será menos estressante já que não precisará lidar pessoalmente com pessoas inconvenientes ou pegar trânsito;
  • Terá economia de tempo e dinheiro, seja na locomoção ou no preparo da comida em casa;
  • Seu equilíbrio entre vida pessoal e profissional aumentará.

Mas também há os contras de trabalhar em casa: 

  • Precisa de disciplina, seja para acordar no horário certo, entregar os jobs ou trabalhar num local apropriado;
  • Pode ser solitário já que ficará sozinho. Há pessoas que amam esse estilo de vida, mas outros podem achar ruim;
  • É mais difícil se desligar considerando que vive e trabalha no mesmo ambiente; alguns chegam a trabalhar mais que no presencial;
  • Você perde um espaço da casa que poderia usar para outras coisas, mas que foi ocupado pelo próprio escritório; 
  • Relacionamentos são mais difíceis de formar, afinal, estará sozinho, tendo apenas os colegas virtuais;
  • Aprenderá menos já que não terá a companhia de outros colegas de trabalho que poderiam te ajudar com as atividades. 

O que levar em consideração? 

Alugar, comprar, optar pelo coworking ou home office… o que considerar? Confira a seguir.

Tamanho da empresa 

Essa é uma questão básica, mas crucial. Qual o tamanho da sua equipe? Isso fará toda a diferença no momento em que for procurar o local mais adequado. Você pode ter 5 funcionários ou 50, ou seja, o espaço que precisa poderá ser uma única sala de um prédio ou o andar todo!

Procure também pensar no fácil acesso do local aos colaboradores, assim terão mais conforto e qualidade de vida, proporcionando um trabalho mais ativo. 

Orçamento 

Após analisar o tamanho do time, chegou o momento de falar do orçamento. Quanto você poderá investir? Estipule uma quantia racional e que não vá impactar o capital de giro da empresa. Avalie se o local precisará de reformas, mudanças ou gastos com móveis e equipamentos para os funcionários.

Necessidade 

Qual a atividade que será feita no local? Aqui poderá pensar melhor na opção de home office ou mesmo o coworking, seja para a equipe toda ou parte dela. 

Caso trabalhe com uma equipe de marketing ou TI, poderá optar por uma das opções acima, mas se vai abrir uma loja ou um consultório, por exemplo, precisará do local físico. Será necessário estacionamento para os clientes? Avalie a localização, a facilidade para a circulação de pessoas, entre outros detalhes. 

Liste todas as necessidades e coloque na balança! 

Conclusão

Há muitas opções para você alocar seu time, todas tendo o lado bom e ruim, ou seja, é essencial você parar e estudar qual o melhor caminho para a sua empresa.

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sábado, 2 de julho de 2022

Doces para vender e obter uma renda extra

Encontrar maneiras de obter uma renda extra é algo que todas as pessoas estão buscando hoje em dia. Isso porque, muitas vezes, é totalmente possível unir dois empregos e conseguir garantir um dinheirinho a mais no final do mês. Além disso, caso a ideia de renda extra dê muito certo, é possível que ela se torne a melhor, ou única fonte de renda.

Isso porque, na grande maioria das vezes, a segunda fonte de renda é sempre algo que fazemos por conta própria, ou seja, sem chefes. É como um negócio próprio que nós mesmos começamos, investimos e fazemos tudo sozinhos. 

Em muitos casos de pessoas que começaram negócios próprios com o objetivo de obter uma renda extra, elas foram capazes de obter sucesso e passaram a ser chefes delas mesmas, adquirindo assim, a tão sonhada independência financeira que todas as pessoas tanto almejam adquirir um dia. 

E por mais que existam opções de áreas para investir e começar um negócio que garanta uma renda extra todos os meses, um dos negócios que mais está dando retorno financeiro significativo, é a venda de doces. Isso mesmo, vender doces (de todos os tipos) está tornando várias pessoas autônomas e donas de seus próprios negócios. 

Se você está lendo este artigo do Ideias e Finanças, significa que está interessado em vender doces para garantir uma renda extra ou para abrir seu próprio negócio. Então, separamos aqui algumas dicas de doces gostosos e simples de fazer que podem te ajudar nessa trajetória.

9 doces simples e gostosos para vender e lucrar

Antes que você confira os doces, vale ressaltar que todos eles podem ser adaptados a sua forma, ou seja, você pode substituir ingredientes, mudar o sabor ou incrementar cada um deles da maneira que desejar. 

Além disso, é importante dizer que você sempre deve optar por fazer todos os seus doces com ingredientes que sejam de qualidade, pois quanto mais qualidade o seu doce tiver, mais sabor ele terá, mais irá agradar e mais altos podem ser os preços cobrados por eles.

Pudim gelado com maria mole

O pudim gelado com maria mole é aquela sobremesa que lembra casa de vó, e que pode ser facilmente vendida, principalmente por conta da memória afetiva que ela proporciona para as pessoas. Além disso, é simples de preparar e pode ser vendido em pedaços, potes ou inteiro.

Palha italiana com leite ninho

A palha italiana é uma sobremesa muito conhecida, simples e rápida de ser preparada. O cremoso do brigadeiro com o crocante da bolacha, garantem o sabor ideal. Para vender, a opção com leite ninho é muito boa e, para isso, basta que você passe cada quadradinho no leite em pó depois de cortá-los.

Brigadeiro de leite ninho com morango

O brigadeiro de leite ninho com morango vende muito bem, e para fazê-lo, você precisará apenas de leite condensado, leite ninho, manteiga e alguns morangos bem suculentos. Por ser um doce mais refinado, o preço da venda da unidade pode ser maior. 

Torta de limão no pote

As tortinhas de limão no pote são excelentes para vender, principalmente porque levam poucos ingredientes, rendem até 10 potinhos e duram de 3 a 4 dias na geladeira. O melhor de tudo, é que você tem a opção de fazer a base de bolacha ou fazer uma massa. 

Bolo de oreo no pote

Assim como o brigadeiro de leite ninho com morango, o bolo de oreo no pote é um doce mais “gourmet”, o que permite que você cobre mais caro e, consequentemente, ganhe mais dinheiro. Entre os ingredientes, estão inclusos alguns pacotes de bolacha de oreo e leite ninho, ou seja, não tem como resistir a esse doce.

Brigadeiro de paçoca

Uma versão um pouco diferente, e mais doce, do brigadeiro que conhecemos, o brigadeiro de paçoca praticamente se vende sozinho. Para fazê-lo, é preciso excluir o chocolate em pó da receita, e acrescentar a paçoca. Simples demais, não é mesmo? 

Brigadeiro de caipirinha

Você já ouviu falar do brigadeiro de caipirinha? Essa versão alcoólica deste famoso docinho tão brasileiro é uma das preferidas dos adultos, e é muito simples de fazer. Você precisará de leite condensado, manteiga, pinga e suco de limão. O gosto é incrível, e o preço dele também pode ser um pouco mais elevado.

Trufa de chocolate

As trufas de chocolate sempre foram uma excelente fonte de renda extra para muitas pessoas, principalmente porque elas podem levar os mais variados tipos de recheios, o que pode encarecer-las ou deixá-las mais em conta.

Cupcake de brigadeiro

Por fim, o cupcake de brigadeiro é uma opção diferente e que costuma agradar muito as crianças, as quais têm um poder de persuasão incrível em convencer os pais a comprar. Então, fazer cupcakes de brigadeiro para vender pode ser uma opção muito boa, principalmente se você deseja oferecer seus doces para festas de aniversário infantil também.

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Revelando Xcite: Uma Revisão Abrangente da Plataforma de Negociação em 2024

Entre as inúmeras opções disponíveis, a Plataforma de Negociação Forex Xcite se destaca como uma ferramenta poderosa tanto para traders in...